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	<title>Prof. Eduardo - Geografia</title>
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		<title>A transposição do rio São Francisco</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 23:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O rio da integração nacional, o São Francisco, foi descoberto em 1502 e tem esse título por ser o caminho de ligação do Sudeste e do Centro-Oeste com o Nordeste. Desde a suas nascentes na Serra da Canastra em MG, até a sua foz na divisa de Sergipe e Alagoas, percorrendo um total de aproximadamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=215&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O rio da integração nacional, o São Francisco, foi descoberto em 1502 e tem esse título por ser o caminho de ligação do Sudeste e do Centro-Oeste com o Nordeste. Desde a suas nascentes na Serra da Canastra em MG, até a sua foz na divisa de Sergipe e Alagoas, percorrendo um total de aproximadamente 2.700 km, cuja área da bacia está em torno de 634.000 km².</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o Ministério da Integração Nacional a bacia do rio São Francisco apresenta:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Cerca de 13 milhões de pessoas (Censo 2000) habitam a área da Bacia;</li>
<li>Consumo atual de água da Bacia do rio São Francisco: 91 m³/s;</li>
<li>Vazão firme na foz (entre Sergipe e Alagoas): 1.850 m³/s;</li>
<li>Vazão disponibilizada para consumos variados: 360 m³/s;</li>
<li>Vazão mínima fixada após Sobradinho: 1.300 m³/s;</li>
<li>Vazão firme para a integração das bacias: 26 m³/s (1,4% de 1.850 m³/s).</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Ao longo desse caminho o rio banha cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, mas sua bacia alcança também o estado de Goiás e o Distrito Federal. Abrangendo desta forma 504 municípios, ou seja, 9% do total de municípios do país. Desse total 48,2% estão na Bahia, 36,8% em Minas Gerais, 10,9% em Pernambuco, 2,2% em Alagoas, 1,2% em Sergipe, 0,5% em Goiás e 0,2% no Distrito Federal.</p>
<p style="text-align:justify;">O rio São Francisco recebe água de 168 afluentes, dos quais 99 são perenes, 90 estão na sua margem direita e 78 na esquerda. A produção de água de sua bacia concentra-se nos cerrados do Brasil Central e em Minas  Gerais e a grande variação do porte dos seus afluentes é conseqüência das diferenças climáticas entre as regiões drenadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Os índices pluviais da bacia do São Francisco variam entre a sua nascente a sua foz. A pluviométrica média vai de 1.900ml na área da Serra da Canastra a 350ml no semi-árido nordestino. Por sua vez, os índices relativos à evaporação mudam inversamente e crescem de acordo com a distancia das nascentes, vão de: 500ml anuais, na cabeceira, a 2.200ml anuais em Petrolina (PE).</p>
<p style="text-align:justify;">Embora o maior volume do rio seja ofertado pelos cerrados do Brasil Central e pelo Estado de Minas Gerais, é a represa de Sobradinho que garante a regularidade de vazão do São Francisco, mesmo durante a estação seca, de maio a outubro. Essa barragem, que é citada como o pulmão do rio, foi planejada para garantir o fluxo de água regular e continuo à geração de energia elétrica da cascata de usinas operadas pela Cia. Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), Paulo Afonso, Itaparica, Moxotó, Xingó e Sobradinho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O Projeto de Integração do rio São Francisco</strong> com bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional é um empreendimento de infra-estrutura hídrica. Dois sistemas independentes, demoninados <strong>Eixo Norte e Eixo Leste</strong>, captarão água no rio São Francisco entre as barragens de Sobradinho e Itaparica, no Estado de Pernambuco. Compostos de canais, estações de bombeamento de água, pequenos reservatórios e usinas hidrelétricas para auto-suprimento, esses sistemas atenderão às necessidades de abastecimento de municípios do semi-árido, do Agreste Pernambucano e da Região Metropolitana de Fortaleza.</p>
<p style="text-align:justify;">A região do Projeto encontra-se na área do Polígono das Secas, sendo que o Nordeste Setentrional (parte do semi-árido ao norte do rio São Francisco) é a área que mais sofre os efeitos de secas prolongadas, abrangendo parcialmente os Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align:justify;">O Projeto de Integração do rio São Francisco com bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional é um empreendimento do Governo Federal. Sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, destinado à busca de solução para os graves problemas acarretados pela escassez de água na região, que inviabilizam a sobrevivência em condições dignas dessas populações, gerando situações de pobreza e miséria.</p>
<p style="text-align:justify;">Para beneficiar a região mais seca do País, a captação de água do São Francisco será de cerca de 3,5% da sua vazão disponível. Em outras palavras, dos 1.850m³/s de água do rio São Francisco, 63,5 m³/s serão retirados.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo principal do Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional é assegurar a oferta de água para uma população e uma região que sofrem com a escassez e a irregularidade das chuvas. Não raro, ações emergenciais são aplicadas para atenuar a situação, mas não atingem os pontos centrais do problema: a pouca disponibilidade e a má distribuição de água na região.</p>
<p style="text-align:justify;">O Semi-Árido Nordestino, na área do Projeto, concentra uma população de cerca de 12 milhões de habitantes. Sem água, essa região estará fadada ao subdesenvolvimento, e a um grande número de brasileiros restarão poucas alternativas de desenvolvimento social e econômico.</p>
<p style="text-align:justify;">Há um consenso geral de que esse recurso natural merece atenção para que, num futuro próximo, o mundo não veja a água como um bem completamente raro, como prevêem especialistas. Opções de uso racional e econômico da água estão entre as principais preocupações de órgãos governamentais e independentes. Ainda nessa visão, cabe destacar um ponto fundamental: a necessidade de oferecer a todos o acesso à água. É nesse contexto que se insere o Projeto de Integração.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>A transposição do rio São Francisco sob vários aspectos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nos últimos anos vários protestos estão sendo realizados por entidades da sociedade civil contra o polêmico e conflituoso projeto do governo federal que procura por meio diretrizes estabelecer prioridades e critérios para a transposição das águas da bacia do Rio São Francisco. A solução para a seca do Nordeste Brasileiro certamente não será a transposição do rio São Francisco, mas o melhor gerenciamento das reservas hídricas disponíveis na região em destaque.</p>
<p style="text-align:justify;">Após serem feitos alguns levantamentos minuciosos pode-se constatar a grande quantidade de depósitos do tão precioso liquido “água”, perfazendo desta forma o maior reservatório de recursos hídricos em região semi-árida do planeta. Todo este volume d’água esta depositado em mais de 70.000 mil açudes distribuídos por todos os estados afetados pelo polígono da seca.</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente que a intenção não é desmerecer o objetivo do projeto, que seria a de possibilitar a segurança hídrica da região Nordeste. Onde a idéia dos formuladores e defensores da transposição do rio São Francisco seria de abastecer os reservatórios superficiais “açudes” com água do velho Chico, possibilitando assim manter o volume dos reservatórios sempre no seu limite máximo, o que para os defensores do projeto é dito como necessário para sanear a demanda hídrica e perfazer uma boa distribuição à população da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, não deveria ser considerado um projeto audacioso demais? Levando-se em consideração a grande distância a ser percorrido cerca de 500km, o custo financeiro despendido, disponibilidade do volume oferecido, as restrições hidrelétricas tanto na produção como de consumo exigido e os danos que poderia causar ao próprio meio ambiente, o intuito de disponibilizar água a esta região.</p>
<p style="text-align:justify;">Acredita-se que seria muito mais barato e tecnicamente viável utilizar-se dos recursos hídricos disponíveis nestes estados. Bastando para tanto implantar uma política regencial destes recursos. Considerando a numerosidade de açudes e a precipitação pluviométrica anual da região Nordeste.</p>
<p style="text-align:justify;">O geólogo Aldo Rebouças considera que bastaria para tanto o aproveitamento de 1/3 do volume oferecido pelas chuvas direcionadas aos açudes para que tornasse eficaz todo sistema de abastecimento á população e disponibilizando também a irrigação de dois milhões de hectares ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro levantamento feito pelo doutor em recursos hídricos do Rio Grande do Norte, João Abner, conclui que os estados que receberiam as águas da transposição do rio São Francisco “Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí”, não demonstram efetiva necessidade de tal projeto, pois não se constata a escassez hídrica na região, o que não justifica o desenvolvimento de vultosa obra. Certamente o que está ocorrendo são a má distribuição e gerenciamento, tanto dos recursos hídricos existentes quanto dos postos coletores “açudes”.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, algumas áreas do Nordeste que serão abrangidas pelo projeto têm potencial hídrico suficiente para atender a população, porém a Região é desprovida de um sistema de gerenciamento de recursos naturais capaz de regular o uso e controle da água potável. Garantindo o acesso a esse recurso para as pessoas carentes que não possuem capital suficiente para usufruir de água adequada ao consumo social.</p>
<p style="text-align:justify;">Aliás, todo o projeto de transposição não deve ser tratado como uma obra “faraônica” unicamente de cunho político, devendo para tanto a população receber toda a informação necessária para formular sua opinião quanto à execução ou não do projeto. Considerando desta forma as conseqüências positivas e negativas do mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Diante de todas as questões apontadas, observa-se que todo o projeto no qual está pautada a transposição do rio São Francisco envolve um maciço investimento que deveria estar sendo utilizado para uma melhoria das condições de vida da população da própria região, pois além da transposição não trazer a solução imediata para a falta d’água para o consumo humano, ela também tende a prejudicar as espécies predominante na área integrada pelo rio, mudando toda a dinâmica por onde passará os canais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fontes:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">ANA, Agência Nacional de Águas – homepage: <a href="http://www.ana.gov.br/">www.ana.gov.br</a> (acessado em 13/06/2006).</p>
<p style="text-align:justify;">Ministério da Integração Nacional – homepage: <a href="http://www.integra%C3%A7%C3%A3o.gov.br/">www.integração.gov.br</a> (acessado em 13/06/2006).</p>
<p style="text-align:justify;">RIMA, Relatório de Impacto Ambiental – <span style="text-decoration:underline;">Projeto de Integração do rio São Francisco com bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional</span>, Brasília: Ministério da Integração Nacional, julho de 2004.</p>
<p style="text-align:justify;">SUASSUNA, João. <span style="text-decoration:underline;">Contribuição ao estudo hidrológico do semi-árido nordestino</span>, Recife: FJN/Massangana, 2000. <strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">SUASSUNA, João. <span style="text-decoration:underline;">Transposição do rio São Francisco na perspectiva do Brasil real</span>, Recife: <a href="http://www.fundaj.gov.br/docs/tropico/desat/fran.html">FJN</a>, 2001. <strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">SUASSUNA, João e AUDRY, Pierre. <span style="text-decoration:underline;">A salinidade das águas disponíveis para a pequena irrigação no sertão nordestino</span>, Recife: Cnpq, 1995. <strong></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/215/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/215/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=215&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>BRASIL: do arquipélago ao continente</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 21:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode-se relacionar o referido mapa (1890) com o conceito de “meio natural”, que integra a tipologia da sucessão dos meios geográficos no Brasil. Entre o século XVI e o início do XX, é possível destacar que durante séculos o Brasil pode ser comparado a um “arquipélago” ou país desarticulado. Em síntese pode-se destacar: o povoamento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=207&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-208" title="Brasil arquipélago" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0001.jpg?w=468&#038;h=715" alt="" width="468" height="715" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Pode-se relacionar o referido mapa (1890) com o conceito de “meio natural”, que integra a tipologia da sucessão dos meios geográficos no Brasil. Entre o século XVI e o início do XX, é possível destacar que durante séculos o Brasil pode ser comparado a um “arquipélago” ou país desarticulado.</p>
<p style="text-align:justify;">Em síntese pode-se destacar: o povoamento concentrado no litoral e ao longo dos rios; ausência de integração entre as áreas econômicas mais ativas e densamente povoadas, pois estavam isoladas umas das outras, comunicando-se apenas por via marítima; a ocupação econômica até meados do século XX, foi estimulada, principalmente, pela demanda de produtos para o comércio exterior.</p>
<p style="text-align:justify;">O meio natural é evidenciado pelos ciclos econômicos ocorridos no Brasil, como a produção de açúcar no litoral nordestino, a exploração do ouro e de pedras preciosas a partir do século XVIII, responsável pela incorporação de novas regiões à fronteira econômica (os atuais Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). O Rio de Janeiro torna-se muito importante no cenário da mineração, devido às necessidades de escoamento e de fiscalização da produção mineral, tornando-se assim a capital da colônia em 1763.</p>
<p style="text-align:justify;">O homem começa a se sobrepor ao império da natureza a partir do momento que o mesmo começa a construir e fazer uso de sistemas técnicos. A vigência desse meio geográfico é composta de vários subperíodos, durante os quais o território brasileiro incorporou máquinas, como telégrafos, ferrovias, portos, de forma seletiva, caracterizando-se esse meio por desigualdades regionais, como pode ser observado no mapa (1940) a seguir.</p>
<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0003.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-209" title="meio técnico" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0003.jpg?w=401&#038;h=374" alt="" width="401" height="374" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Associando as modificações ocorridas entre os mapas de 1890 e 1940, é possível salientar o desenvolvimento da economia cafeeira no Sudeste e um novo processo de valorização do território brasileiro, observando a transição entre o meio natural e o técnico.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse período ocorre uma relativa integração do território, uma industrialização intensa em São Paulo e arredores, permitindo que a cidade e o Estado adquirissem papel central na vida econômica do país e a construção de Brasília durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), marco representativo do processo de interiorização do país.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora os dados naturais expliquem aspectos das atuais diferenças regionais do território brasileiro, nas últimas décadas o crescente acréscimo de ciência e tecnologia ao território configura-se como o elemento central da diferenciação.</p>
<p style="text-align:justify;">O território brasileiro apresenta novas e significativas transformações como: infraestrutura e integração nacional; diversificação econômica e desconcentração industrial; nova fase de urbanização, onde a urbanização e povoamento que estavam exclusivamente no litoral passam agora para todo o território brasileiro, surgindo novas cidades médias em todo o país.</p>
<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0005.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="meio informacional" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/digitalizar0005.jpg?w=493&#038;h=425" alt="" width="493" height="425" /></a>Fonte: Caderno do Professor: geografia, ensino médio &#8211; 2º ano. São Paulo: SEE, 2009.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/207/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=207&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">meio informacional</media:title>
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		<title>Coordenadas geográficas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 21:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[A rede geográfica: é o conjunto formado por paralelos e meridianos, ou seja, pelas linhas de referência que cobrem o globo terrestre com a finalidade de permitir a localização precisa de qualquer ponto sobre a superfície da Terra, bem como orientar a confecção de mapas. Paralelos: são linhas horizontais paralelas a Linha do Equador (paralelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=199&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rede geográfica: é o conjunto formado por paralelos e meridianos, ou seja, pelas linhas de referência que cobrem o globo terrestre com a finalidade de permitir a localização precisa de qualquer ponto sobre a superfície da Terra, bem como orientar a confecção de mapas.</p>
<p><strong>Paralelos:</strong> são linhas horizontais paralelas a Linha do Equador (paralelo que corta o globo em duas partes iguais, o hemisfério Norte e o hemisfério Sul) e indicam os valores de latitude.</p>
<p><strong>Meridianos:</strong> são linhas verticais traçadas no globo e que se encontram nos pólos, estas linhas indicam os valores de longitude. O meridiano principal é o de Greenwich e divide o globo em hemisfério Leste ou Oriental e hemisfério Oeste ou Ocidental.</p>
<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/paralelos-e-merdianos.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-200" title="paralelos e merdianos" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/paralelos-e-merdianos.gif?w=479&#038;h=261" alt="" width="479" height="261" /></a></p>
<p><strong>Latitude:</strong> valores expressos em graus de um ponto qualquer até a Linha do Equador, podem variar de 0° a 90° tanto ao Norte (positivo) quanto ao Sul (negativo). Portanto, quanto mais próximo do Equador estiver o ponto, menor será a latitude.</p>
<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/latitude.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="latitude" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/latitude.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><strong>Longitude:</strong> valores expressos em graus de um ponto qualquer até o Meridiano de Greenwich, podendo variar de 0° a 180° tanto para o L (positivo) quanto para o Oeste (negativo). Portanto, quanto mais próximo estiver um ponto do Meridiano de Greenwich menor será o valor da longitude.</p>
<p><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/meridianos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-201" title="meridianos" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/meridianos.jpg?w=258&#038;h=229" alt="" width="258" height="229" /></a>O cruzamento entre essas linhas horizontais e verticais num mapa ou num globo terrestre nos permite determinar pontos específicos na superfície da Terra. Observe a figura a seguir:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/latitudelongitude.gif"><img class="size-full wp-image-203  aligncenter" title="latitudeLongitude" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/latitudelongitude.gif?w=449&#038;h=251" alt="" width="449" height="251" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/199/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/199/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=199&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">latitude</media:title>
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			<media:title type="html">meridianos</media:title>
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	</item>
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		<title>Fusos horários</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2010/05/12/fusos-horarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 21:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O planeta Terra possui uma forma esférica, por isso quando realiza o movimento de rotação (movimento que a Terra realiza em torno de si mesma), uma parte fica iluminada, enquanto a outra fica escura. Na medida em que o movimento se realiza, áreas que estavam iluminadas vão gradativamente perdendo luminosidade, ou seja, onde é manhã [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=194&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O planeta Terra possui uma forma esférica, por isso quando realiza o movimento de rotação (movimento que a Terra realiza em torno de si mesma), uma parte fica iluminada, enquanto a outra fica escura. Na medida em que o movimento se realiza, áreas que estavam iluminadas vão gradativamente perdendo luminosidade, ou seja, onde é manhã logo passa a ser tarde, e assim por diante.</p>
<p style="text-align:justify;">O planeta Terra possui 360°, o dia é composto por 24 horas. Então, se dividirmos 360° por 24, totalizamos 15°, o que corresponde a 1 hora. O movimento de rotação é responsável pelo surgimento dos dias e das noites. O homem instituiu horários distintos no mundo, e partir daí foi implantado o sistema de fusos horários. E as horas que estarão a leste de um ponto de referência estarão adiantadas e a oeste atrasadas.</p>
<p style="text-align:justify;">O mundo possui 24 fusos, cada um desses corresponde a uma linha imaginária traçada de um pólo ao outro. Desse modo, cada fuso se encontra entre dois meridianos. Toda porção terrestre que se estabelece nesse intervalo possui o mesmo horário.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes da implantação dos fusos, havia diversos contratempos e problemas, por isso foi realizada em 1884, nos Estados Unidos, uma conferência de astrônomos na qual foi discutida a padronização dos horários em todos os pontos do planeta. O Meridiano de Greenwich é o meridiano principal, uma vez que esse é o ponto inicial ou referencial para a implantação dos fusos. A partir do Meridiano de Greenwich, no sentido leste, a cada fuso adianta-se uma hora, e no sentido oeste, atrasa-se uma hora. Por exemplo: se em Los Angeles (EUA) for 14 horas, em Bagdá (Iraque) &#8211; cidade localizada a onze fusos de diferença &#8211; será 1 hora.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/mapa-fuso.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-195" title="mapa fuso-horário" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/05/mapa-fuso.jpg?w=480&#038;h=258" alt="" width="480" height="258" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/194/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=194&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">mapa fuso-horário</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A escala nos mapas</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2010/03/24/a-escala-nos-mapas/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2010/03/24/a-escala-nos-mapas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mapa é uma representação esquemática e reduzida da superfície terrestre. Esta redução se faz segundo determinada proporção entre o desenho e a superfície real. Tal proporção é mostrada de forma numérica ou gráfica. Escala numérica: 1:200.000 ou 1/200.000 Escala gráfica: Fórmula da escala: E=d/D E= escala do mapa d= medida no mapa (papel) D= [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=188&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Todo mapa é uma representação esquemática e reduzida da superfície terrestre. Esta redução se faz segundo determinada proporção entre o desenho e a superfície real. Tal proporção é mostrada de forma numérica ou gráfica.</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Escala numérica</span><span style="color:#0000ff;">:</span> 1:200.000 ou 1/200.000</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Escala gráfica</span><span style="color:#0000ff;">: </span> <a href="http://geodados.files.wordpress.com/2010/03/escala-grafica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-189" title="escala gráfica" src="http://geodados.files.wordpress.com/2010/03/escala-grafica.jpg?w=239&#038;h=45" alt="" width="239" height="45" /></a></p>
<h3>Fórmula da escala: <strong><span style="color:#ff0000;">E=d/D</span> </strong></h3>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">E</span>= escala do mapa</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">d</span>= medida no mapa (papel)</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">D</span>= medida no real</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O número 1, que fica antes dos dois pontos, corresponde à unidade considerada sobre o mapa e é chamado numerador da escala; o número 200.000, após os dois pontos indica o número de unidades da realidade (indica também o número de vezes que a superfície real foi reduzida) e é chamado de denominador da escala.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: DUARTE, Paulo Araújo. Fundamentos de Cartografia. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2002.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;">Atividades</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">1- Num mapa cuja escala é de 1:50.000 uma ponte mede 2 cm. Quanto mede a ponte no real?</p>
<p style="text-align:justify;">2- Num mapa cuja escala é de 1:35.000 uma estrada mede 3 cm. Quanto mede a estrada no real?</p>
<p style="text-align:justify;">3- Sabendo-se que a escala é 1:100.000. Calcule as distâncias reais em km, dos seguimentos de reta abaixo:</p>
<p style="text-align:justify;">a) A-B= 3 cm</p>
<p style="text-align:justify;">b) C-D= 4,5 cm</p>
<p style="text-align:justify;">4- Num mapa a distância entre duas cidades é de 6,3 cm. Sabendo-se que sua distância real é de 945 km, determine a sua escala.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/188/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/188/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=188&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">escala gráfica</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O ciclo do café no Brasil</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/o-ciclo-do-cafe-no-brasil/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/o-ciclo-do-cafe-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 14:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[A mineração foi a última atividade econômica expressiva do período colonial. O Brasil independente (1822) inaugurou um novo regime político (o regime imperial) e um novo e importante ciclo de desenvolvimento econômico: o café. Historicamente, o café chegou ao Brasil em 1727, sendo plantada as primeiras mudas no Pará. Plantado em terras paraenses, até os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=181&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A mineração foi a última atividade econômica expressiva do período colonial. O Brasil independente (1822) inaugurou um novo regime político (o regime imperial) e um novo e importante ciclo de desenvolvimento econômico: o café.</p>
<p style="text-align:justify;">Historicamente, o café chegou ao Brasil em 1727, sendo plantada as primeiras mudas no Pará. Plantado em terras paraenses, até os primeiros anos do século XIX, o café não representou nada de muito importante para a economia do país, sendo produzido mais para o consumo doméstico de seus plantadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora a cultura do café tenha se iniciado no Norte, foi no Sudeste que ocorreu seu grande desenvolvimento, encontrando, na região, excelentes condições para o seu cultivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Na década de 30 do século XIX o café já era o principal produto de exportação do Brasil. No entanto, até por volta da primeira metade do século XIX, a economia cafeeira ainda conservava as características básicas do sistema <em>plantation</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Na segunda metade do século XIX, sobretudo a partir de 1860-1870, a cafeicultura passou por profundas transformações que afetaram não apenas o setor cafeeiro, mas também a própria sociedade brasileira como um todo.</p>
<p style="text-align:justify;">A lavoura cafeeira alterou ainda o aspecto social, ao introduzir a mão-de-obra imigrante, à expansão das ferrovias, à progressiva modernização da produção cafeeira, o desenvolvimento da indústria. A indústria embora concentrada no Sudeste, projetou-se nacionalmente rompendo o secular isolamento das economias regionais e promovendo a integração territorial e econômica do país.</p>
<p style="text-align:justify;">A economia cafeeira contribui também para a expansão do mercado interno e o país tornou-se alvo de maiores investimentos estrangeiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Os barões do café de São Paulo tornaram-se a elite social do país. Possuidores de imensas fortunas e classificados como representantes da última aristocracia brasileira, foram, ao lado dos militares, os responsáveis pela queda da monarquia e pela proclamação da República.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:</p>
<p style="text-align:justify;">MEIRA, Antonio Carlos. Brasil: recuperando a nossa história. São Paulo: FTD, 1998.</p>
<p style="text-align:justify;">COELHO, Marcos de Amorim. Geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 1996.</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=181&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A mineração no século XVIII</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/a-mineracao-no-seculo-xviii/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/a-mineracao-no-seculo-xviii/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 14:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://geodados.wordpress.com/?p=179</guid>
		<description><![CDATA[Em 1693, bandeirantes paulistas descobriram as primeiras jazidas de ouro no atual estado de Minas Gerais. Num curto espaço de tempo, a região viveu a multiplicação dos acampamentos, a formação de verdadeiros aglomerados humanos e o surgimento de numerosos arraiais. Na primeira fase de exploração o ouro descoberto foi de aluvião. As jazidas eram superficiais, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=179&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em 1693, bandeirantes paulistas descobriram as primeiras jazidas de ouro no atual estado de Minas Gerais. Num curto espaço de tempo, a região viveu a multiplicação dos acampamentos, a formação de verdadeiros aglomerados humanos e o surgimento de numerosos arraiais.</p>
<p style="text-align:justify;">Na primeira fase de exploração o ouro descoberto foi de aluvião. As jazidas eram superficiais, encontradas no leito dos rios ou em suas margens, razão pela qual o esgotamento se dava rapidamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante praticamente um século, toda a atenção de Portugal esteve voltada para a exploração do ouro. Tal fato é compreensível, uma vez que foi esse ouro o responsável por tirar a metrópole da crise econômica em que encontrava-se desde a decadência da produção açucareira.</p>
<p style="text-align:justify;">Como o ouro é vital para a economia portuguesa, tornou-se necessário fiscalizar sua extração e dificultar o contrabando, sendo estabelecida uma rígida política fiscalista. Através do Regimento de 1702, foi criada a <span style="text-decoration:underline;">Intendência de Minas</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">A Intendência cuidava da fiscalização e da cobrança dos impostos, assim como de toda a parte administrativa. O principal imposto cobrado pela coroa portuguesa era o quinto, 20% de todo ouro encontrado pelos mineradores pertencia a Portugal.</p>
<p style="text-align:justify;">Como era comum circular grandes quantidades de ouro em pó, o contrabando passa a ser muito usado. Para evitá-lo, Portugal criou em 1719, as <span style="text-decoration:underline;">Casas de Fundição</span> e proibiu a circulação do ouro em pó e em pepitas.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir de 1760, a produção aurífera começou a entrar em declínio. Os mineradores reclamavam da baixa produtividade das minas e a coroa não acreditava. As únicas preocupações da coroa sempre foram o recebimento dos impostos e a rígida fiscalização para evitar o contrabando.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o esgotamento das minas, a economia da região entrou em decadência uma vez que não existia nenhuma outra atividade econômica que substituísse a mineração.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:</p>
<p style="text-align:justify;">MEIRA, Antonio Carlos. Brasil: recuperando a nossa história. São Paulo: FTD, 1998.</p>
<p style="text-align:justify;">COELHO, Marcos de Amorim. Geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 1996.</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/179/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=179&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Logística Reversa</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/logistica-reversa/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2010/03/13/logistica-reversa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 14:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido ao aumento da população em escala mundial, juntamente com a incidência de outros importantes acontecimentos mais recentes na história da humanidade, como a Revolução Industrial, e as preocupações em lidar com um mercado consumidor cada vez mais exigente. Tornou-se necessário a utilização de uma técnica ou sistema capaz de atender a esta demanda proporcionando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=176&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Devido ao aumento da população em escala mundial, juntamente com a incidência de outros importantes acontecimentos mais recentes na história da humanidade, como a Revolução Industrial, e as preocupações em lidar com um mercado consumidor cada vez mais exigente. Tornou-se necessário a utilização de uma técnica ou sistema capaz de atender a esta demanda proporcionando mais do que uma entrega de bens. Em meio a este contexto surge a ideia de logística, já utilizada a décadas atrás, e ainda sendo aprimorada no meio empresarial.</p>
<p style="text-align:justify;">Entende-se por Logística todos os processos necessários para fazer com que o produto chegue ao cliente de forma a satisfazê-lo da melhor forma possível, minimizando os custos e o tempo envolvido em todas as fases deste processo. Assim, a Logística supriu as necessidades provenientes do aumento em número e em exigência do mercado consumidor por muitos anos até surgirem novos agravantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Dada à preocupação das instituições no quesito ambiental devido o descarte de materiais que são prejudiciais ao meio ambiente e consequentemente à saúde humana, os órgãos responsáveis desenvolvem leis no intuito que estes materiais recebam um tratamento mais responsável pela empresa ou indústria fabricante do mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em face à tendência de rejeição das pessoas quanto aos produtos e materiais que agridem o meio ambiente, em virtude do maior conhecimento dos mesmos sobre os impactos ambientais devido a ação direta ou indireta de tais produtos, os clientes tornaram-se mais exigentes e responsáveis quanto ao consumo e descarte de resíduos oriundos de tais produtos. Portanto, a Logística que tradicionalmente se ocupava apenas em levar o produto até o cliente precisou se remodelar para também trazer o produto ou componentes do mesmo de volta ao fabricante responsável ou instituições capazes de receber e proporcionar o tratamento devido de tais produtos ou rejeitos, caracterizando com isso a Logística Reversa (Figura 1).</p>
<p style="text-align:justify;">A Logística Reversa é a área da Logística que trata dos aspectos de retornos de produtos, embalagens ou materiais ao seu centro produtivo. Apesar de ser um tema extremamente atual, esse processo já pode ser observado a alguns anos nas indústrias de bebidas, com a reutilização de seus vasilhames, isto é, o produto chega até o consumidor e a sua embalagem de vidro após o uso retorna ao seu centro produtivo novamente para ser reutilizada e retornar ao consumidor final novamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Têm-se também as indústrias siderúrgicas que usam como insumo de produção, grande parte da sucata gerada por seus clientes. Dentro da indústria de alumínio, com a reciclagem de grande quantidade desta matéria-prima, criando desta forma uma frente de trabalho com as cooperativas e proporcionar um ganho na qualidade ambiental, evitando que estes resíduos sejam descartados.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/176/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=176&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Bullying na escola</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2009/10/15/bullying-na-escola/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2009/10/15/bullying-na-escola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 16:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[VOCÊ SABE O QUE ISTO SIGNIFICA? VOCÊ JÁ PRATICOU O BULLYING? VOCÊ JÁ SOFREU O BULLYING? VOCÊ JÁ PRESENCIOU ALGUÉM SOFRENDO OU PRATICANDO O BULLYING? VOCÊ JÁ PRESENCIOU ISTO EM SUA ESCOLA? CASO VOCÊ JÁ TENHA VISTO ESTAS CENAS EM SUA ESCOLA, VOCÊ JÁ&#8230; FOI ALVO DE BULLYING, OU; ALVO/AUTOR DE BULLYING, OU; AUTOR DE [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=163&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">VOCÊ SABE O QUE ISTO SIGNIFICA?</p>
<p style="text-align:center;">VOCÊ JÁ PRATICOU O BULLYING?</p>
<p style="text-align:center;">VOCÊ JÁ SOFREU O BULLYING?</p>
<p style="text-align:center;">VOCÊ JÁ PRESENCIOU ALGUÉM SOFRENDO OU PRATICANDO O BULLYING?</p>
<p style="text-align:center;">VOCÊ JÁ PRESENCIOU ISTO EM SUA ESCOLA?</p>
<p><img class="size-full wp-image-164 alignleft" title="bully201" src="http://geodados.files.wordpress.com/2009/10/bully201.jpg?w=232&#038;h=240" alt="bully201" width="232" height="240" /></p>
<h4 style="text-align:center;">
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:32pt;"><img class="size-medium wp-image-165 aligncenter" title="bullying" src="http://geodados.files.wordpress.com/2009/10/bullying.png?w=240&#038;h=243" alt="bullying" width="240" height="243" /></span></div>
</h4>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">CASO VOCÊ JÁ TENHA VISTO ESTAS CENAS EM SUA ESCOLA, VOCÊ JÁ&#8230;</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>FOI ALVO DE BULLYING, OU;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>ALVO/AUTOR DE BULLYING, OU;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li> AUTOR DE BULLYING, OU;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li> TESTEMUNHA DE BULLYING.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>O QUE É BULLYING?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">DEFINIÇÃO:</p>
<p style="text-align:justify;">Bullying não é fácil de definir.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas vezes envolve bater, empurrar ou chutar. Mas ameaças, gozações e zombarias são mais comuns e podem causar grandes danos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>BULLYING É&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">“&#8230;TODAS AS FORMAS DE ATITUDES AGRESSIVAS, INTENCIONAIS E REPETIDAS, QUE OCORREM SEM MOTIVAÇÃO EVIDENTE, ADOTADAS POR UM OU MAIS ESTUDANTES CONTRA OUTRO(S), CAUSANDO DOR E ANGÚSTIA, E EXECUTADAS DENTRO DE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER&#8230;”</p>
<p style="text-align:justify;">“&#8230;Bullying são atos repetidos de intimidação, deliberados, de um indivíduo mais forte contra outro mais fraco, objetivando dominação. Pode ser físico (com ou sem contato), verbal, emocional, racista ou sexual.”</p>
<p style="text-align:justify;">“&#8230;Bullying é uma forma de abuso de poder, de crianças contra crianças.”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E ONDE O BULLYING OCORRE?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O BULLYING É UM PROBLEMA MUNDIAL, SENDO ENCONTRADO EM TODA E QUALQUER ESCOLA, NÃO ESTANDO RESTRITO A NENHUM TIPO ESPECÍFICO DE INSTITUIÇÃO: PRIMÁRIA OU SECUNDÁRIA, PÚBLICA OU PRIVADA, RURAL OU URBANA.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DE QUE MANEIRA OS ALUNOS SE ENVOLVEM COM O BULLYING?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">OS ALUNOS SE ENVOLVEM COMO:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>ALVOS: são os alunos que só sofrem BULLYING;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>ALVOS/AUTORES: são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>AUTORES: são os alunos que só praticam BULLYING;</li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li>TESTEMUNHAS: são os alunos que não sofrem nem praticam BULLYING, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>DEPOIMENTOS:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">“Não vou mentir, meus colegas me tratam muito mal, com violência verbal, porém, quanto mais me tratam mal, mais eu tenho rancor dos meus companheiros de escola. Sou caluniado porque tiro sempre notas boas e, se contar para os professores ou para a direção, eles falam que vão me pegar. Por isso, fico quieto&#8230;” (aluno de 12 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">“Minha vida escolar é muito ruim porque os meninos me colocaram um apelido que me deixa magoada. Queria resolver isto, mas não consigo. Finjo que não ligo, mas não adianta nada, de qualquer jeito eles me xingam. Não sei o que fazer, falei para a professora, mas eles continuam assim mesmo&#8230;” (aluna de 10 anos)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://geodados.wordpress.com/2009/10/15/bullying-na-escola/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Q81bsGI-JcY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://geodados.wordpress.com/2009/10/15/bullying-na-escola/"><img src="http://img.youtube.com/vi/mGbmqdGeokM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/geodados.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/geodados.wordpress.com/163/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=163&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Saliva de carrapato</title>
		<link>http://geodados.wordpress.com/2009/08/14/pesquisa-do-instituto-butantan/</link>
		<comments>http://geodados.wordpress.com/2009/08/14/pesquisa-do-instituto-butantan/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 22:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geoeducador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa do Instituto Butantan usa saliva de carrapato-estrela contra câncer Da saliva do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), a ciência conhece apenas os efeitos nocivos. A febre maculosa, doença muitas vezes fatal, é transmitida pela picada do aracnídeo. Da mesma substância, porém, podem sair novos medicamentos contra o câncer, além de anticoagulantes. Há seis anos, pesquisadores do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=geodados.wordpress.com&amp;blog=8374397&amp;post=156&amp;subd=geodados&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Pesquisa do Instituto Butantan usa saliva de carrapato-estrela contra câncer</span></h2>
<p style="text-align:justify;">Da saliva do carrapato-estrela (<em>Amblyomma cajennense</em>), a ciência conhece apenas os efeitos nocivos. A febre maculosa, doença muitas vezes fatal, é transmitida pela picada do aracnídeo. Da mesma substância, porém, podem sair novos medicamentos contra o câncer, além de anticoagulantes. Há seis anos, pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo, trabalham no desenvolvimento de uma droga que possa ser utilizada com as duas finalidades. O prognóstico é animador.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A pesquisa – ainda não publicada – foi um dos destaques no 22º Congresso Internacional da Sociedade de Trombose e Hemostasia, realizado em Boston (EUA), em julho. “Imaginávamos que a saliva do carrapato tivesse algum componente que inibe a coagulação, pois, como hematófago, precisa manter o sangue fluindo para se alimentar”, explica a farmacêutica Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, coordenadora do estudo.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-159" title="carrapato" src="http://geodados.files.wordpress.com/2009/08/carrapato2.jpg?w=300&#038;h=213" alt="carrapato" width="300" height="213" /></p>
<p style="text-align:justify;">Partindo dessa suspeita, a pesquisadora analisou a sequência de genes da glândula salivar do carrapato, responsável pela produção de uma proteína anticoagulante. Os resultados foram comparados à ação de anticoagulantes conhecidos como TFPI (presentes na saliva humana). A conclusão foi que a proteína presente na saliva poderia ser produzida em laboratório. Um pedaço do DNA analisado foi introduzido em bactérias Escherichia coli que passaram a secretar a mesma proteína. “Elegemos esse clone e produzimos a proteína recombinante”, explica Ana Marisa.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado do estudo transformou-se em um pedido de patente, depositado em 2004, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). No entanto, em pouco tempo, Ana Marisa descobriu que a pesquisa renderia mais do que um futuro anticoagulante.</p>
<p style="text-align:justify;">Testando a proteína em células de vaso sanguíneo para medir seu nível de toxicidade, descobriu-se que a substância é segura para células saudáveis, mas fatal para células tumorais. O experimento foi então extendido a camundongos que tiveram melanomas (câncer de pele) induzidos, e o resultado surpreendeu os pesquisadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Tratados durante 42 dias com a proteína, os tumores dos camundongos apresentaram reversão completa. “Testamos em culturas de células tumorais e a surpresa foi positiva, pois a proteína tem atividade altamente citotóxica para elas e não para células normais”, explica Ana Marisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas das explicações que os cientistas buscam agora são como funciona a ação pró-coagulante de alguns tipos de tumores – como o melanoma e o de pâncreas – e a inibição de mecanismos de divisão celular. “Essa relação é um grande achado, pois quando você retira sangue desses tumores pode ver ele coagular ainda na seringa”, diz a pesquisadora do Butantan.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Interesse da indústria x burocracia &#8211; </strong>O estudo segue em fase pré-clinica, ou seja, ainda passará por mais testes antes de ser aprovado para experimento em humanos, mas já despertou o interesse da indústria farmacêutica. Os laboratórios BioLab, Aché e União Química formaram um consórcio para a produção de futuros medicamentos que podem surgir a partir da descoberta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ana Marisa, no entanto, não demonstra otimismo. Segundo ela, o entrave burocrático para transformar a pesquisa de base em um produto desistimula os cientistas e impede que novos medicamentos cheguem ao mercado. “O Instituto Butantan não tem autonomia para assinar patentes e o processo burocrático é longo”, afirma. “Por outro lado, a indústria questiona por que investir em algo que não tem segurança jurídica.</p>
<h2>Fonte: http://g1.globo.com <a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,LTM0-5597-3043,00.html"><strong>Medicamentos</strong></a></h2>
<h2>Entrevista com pesquisadora do Butantan:</h2>
<h2><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://geodados.wordpress.com/2009/08/14/pesquisa-do-instituto-butantan/"><img src="http://img.youtube.com/vi/4UuE5tMz2ic/2.jpg" alt="" /></a></span></h2>
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